Rua dom Luis, número 33. Vila Real - Balneário Camboriú/SC.
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"Ó Senhor, meu Deus, em ti ponho a minha esperança; desde jovem tenho confiado em Ti" Sl. 71-5
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Livre para Servir
O Cristão muitas vezes se vê preso ao cotidiano, aos costumes, a maneira comum de agir. Mas como saber qual o verdadeiro caminho que devemos seguir? O que podemos, ou não, fazer?
A liberdade para a qual Jesus nos libertou não é uma liberdade política nem carnal, sendo pelo contrário, a liberdade espiritual, que deixa a nossa consciência livre e alegra sem precisar temer a ira vindoura. É essa a verdadeira liberdade, que não tem preço.
Por outro lado, a liberdade cristã não é uma liberdade egoísta a isolar o cristão do próximo e dos problemas sociais. É uma liberdade com responsabilidade. Como o amor, ela é consequência da verdadeira fé. Isso liberta igualmente o homem do seu egocentrismo, tornando-o livre para amar o próximo e praticar as boas obras, que agradam a Deus.
Paulo não pregou uma graça barata, uma fé convencional, sem obras. Ele afirma “Em Jesus Cristo o que vale é a fé, que atua pelo amor. O amor, contudo, não pertence à essência da fé, mas é a sua conseqüência absolutamente necessária, o seu fruto natural.” (Gl 5.6). A fé sem obras é morta, pois as boas obras são consequência da fé que temos.
O homem não é justificado por obras da Lei e, sim, mediante a fé em Cristo Jesus (Gl 2.16); em Cristo fomos chamados à liberdade, não à licenciosidade (Gl 5.13); e apenas sob a condução do Espírito Santo podemos permanecer livres e protegidos contra as obras da carne e produzir abundantemente o fruto do Espírito (Gl 5.16-26).
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Pela graça de Deus sou o que sou
Um missionário da Nova Guiné trabalhava alegremente em condições extremamente rudimentares, numa mata virgem onde não havia estradas, nem luz elétrica. Um dia alguém lhe perguntou por que fazia o seu trabalho com tão boa disposição. Ao que ele respondeu: “Não é por fama ou para fazer meu nome conhecido. Afinal, quem me conhece? Quem pergunta por mim? Também não é pelo dinheiro, que é pouco. Mas tenho um objetivo: levar muita gente a encontrar-se com Deus. Faço meu trabalho porque tenho um tesouro no céu, e quero que muitos também o tenham pela fé em Jesus. Esse trabalho é o melhor que eu posso imaginar.”
Temos neste humilde missionário uma versão moderna do trabalho missionário do apóstolo Paulo. Enquanto existirem missionários com estes ideais, a igreja só continuará a crescer. Disse o apóstolo: “Pela graça de Deus sou o que sou, e a graça que ele me deu não ficou sem resultados. Pelo contrário, eu tenho trabalhado muito mais do que todos os outros apóstolos. No entanto não sou eu quem tem feito isso e, sim, a graça de Deus que está comigo” (1Co 15.10). Ele atribui todos os resultados de seu trabalho à graça de Deus.
Que Deus conceda essa graça a todos nós a fim de que não atribuamos o nosso trabalho missionário a nós mesmos, mas exclusivamente a Deus. Jamais esqueçamos que todas as nossas boas ações são frutos de nossa fé em Jesus, e quanto maior for a nossa fé tanto mais obras fluirão dela. A própria fé é um resultado do amor de Deus. Se quisermos ter bons resultados em nossa obra missionária, cresçamos na fé.
Que Deus conceda essa graça a todos nós a fim de que não atribuamos o nosso trabalho missionário a nós mesmos, mas exclusivamente a Deus. Jamais esqueçamos que todas as nossas boas ações são frutos de nossa fé em Jesus, e quanto maior for a nossa fé tanto mais obras fluirão dela. A própria fé é um resultado do amor de Deus. Se quisermos ter bons resultados em nossa obra missionária, cresçamos na fé.
Oremos: Senhor Jesus, aumenta a minha fé e multiplica os resultados de meu trabalho por tua graça. Amém.
Por: Pastor Paulo Frederico Flor
terça-feira, 7 de junho de 2011
O Jovem cristão e o Rock
Retirado do site da JELG
Por: Manfred Zeuch Edmonton/ Junho de 2010
Abraços em Cristo a todos! (:
Por: Manfred Zeuch Edmonton/ Junho de 2010
Pode um jovem cristão ouvir rock?
Minha primeira resposta sera uma informação: Eu me considero jovem ainda, embora em meia idade: 49 anos. Eu ouço rock. Esporadicamente. E sou presidente de um seminário. Meu colega, pastor, teólogo (muito conservador por sinal em questões de estilos de música para o culto!), presidente da universidade luterana aqui em Edmonton, Canadá, ouve mais rock do que eu. Entrando no seu escritório num desses dias, eu o vi com caixas de som com booster na mesa de trabalho, ouvindo um heavy rock pelo computador enquanto trabalhava. Em casa ele tem telão e projeção de shows de rock, com os filhos.
E muitos outros cristãos luteranos adultos "menos jovens" ouvem rock. Então a primeira resposta é: se nós "coroas" ouvimos, por que não os jovens? Ok. Simples. No entanto tanto nós, como - e aqui eu diria: muito mais os jovens, precisamos manter constante vigilância e certas distinções.
Um colega meu, teólogo, na Alemanha, director da Hora Luterana, Dr. Neumann, fez sua tese de doutorado em Erlangen sobre o tema "O pano de fundo religioso na cena to rock". Ele sustenta a tese de que os inicios do rock, e grande parte do rock contemporâneo, têm uma origem e um propósito religioso pagão. Volto a isso mais tarde.
Lembro de uma palavra de Paulo: "Tudo me é lícito, mas nem tudo convém", 1 Co 6.12. Assim, não existe padrão bíblico sobre que tipo de música é "correto" e que tipo é "errado" para um cristão. Música e instrumentos fazem parte da alma criativa do ser humano, recebida por Deus, e fazem parte deste mundo, e Deus descreve o céu – com palavras simples e da "nossa realidade", para entendermos – como um lugar que tem música também. E se instrumentos celestes mencionados na Bíblia fossem lei, deveriamos banir órgãos e harmonios e só tocar "harpa" nos cultos...
Então: tipo de música, instrumento e vozes, em si, são neutros, para se ouvir. Os aspectos a serem considerados são o cuidado com os "fracos" na fé, o conteúdo e mensagem da música, e sua influência em nossa mente e estilo de viver.
Música rock é totalmente parte da "pop culture", a cultura popular, e um cristão pode usufruir dela como: livros, arte, filmes, música. Eu por exemplo gosto muito de "Avatar" mas sei que o filme do Canadense mistura um monte de coisa não cristã religiosamente falando. Mas tem um bom fundo moral. Se sugerisse alguma ação contra a vontade de Deus claramente, não recomendaria! Se um conteúdo de música por exemplo "sugere" vida libertina, uso de drogas, violência, desrespeito a outros seres humanos (se é racista, ou anti-pais, anti-autoridade, etc.), banalização do amor e casamento, ou como o diabo ou satã são bacanas, devemos nos antenar e banir! Não é a melhor coisa de se ouvir, muito menos deixar outros verem que estamos ouvindo!
Minha primeira resposta sera uma informação: Eu me considero jovem ainda, embora em meia idade: 49 anos. Eu ouço rock. Esporadicamente. E sou presidente de um seminário. Meu colega, pastor, teólogo (muito conservador por sinal em questões de estilos de música para o culto!), presidente da universidade luterana aqui em Edmonton, Canadá, ouve mais rock do que eu. Entrando no seu escritório num desses dias, eu o vi com caixas de som com booster na mesa de trabalho, ouvindo um heavy rock pelo computador enquanto trabalhava. Em casa ele tem telão e projeção de shows de rock, com os filhos.
E muitos outros cristãos luteranos adultos "menos jovens" ouvem rock. Então a primeira resposta é: se nós "coroas" ouvimos, por que não os jovens? Ok. Simples. No entanto tanto nós, como - e aqui eu diria: muito mais os jovens, precisamos manter constante vigilância e certas distinções.
Um colega meu, teólogo, na Alemanha, director da Hora Luterana, Dr. Neumann, fez sua tese de doutorado em Erlangen sobre o tema "O pano de fundo religioso na cena to rock". Ele sustenta a tese de que os inicios do rock, e grande parte do rock contemporâneo, têm uma origem e um propósito religioso pagão. Volto a isso mais tarde.
Lembro de uma palavra de Paulo: "Tudo me é lícito, mas nem tudo convém", 1 Co 6.12. Assim, não existe padrão bíblico sobre que tipo de música é "correto" e que tipo é "errado" para um cristão. Música e instrumentos fazem parte da alma criativa do ser humano, recebida por Deus, e fazem parte deste mundo, e Deus descreve o céu – com palavras simples e da "nossa realidade", para entendermos – como um lugar que tem música também. E se instrumentos celestes mencionados na Bíblia fossem lei, deveriamos banir órgãos e harmonios e só tocar "harpa" nos cultos...
Então: tipo de música, instrumento e vozes, em si, são neutros, para se ouvir. Os aspectos a serem considerados são o cuidado com os "fracos" na fé, o conteúdo e mensagem da música, e sua influência em nossa mente e estilo de viver.
Música rock é totalmente parte da "pop culture", a cultura popular, e um cristão pode usufruir dela como: livros, arte, filmes, música. Eu por exemplo gosto muito de "Avatar" mas sei que o filme do Canadense mistura um monte de coisa não cristã religiosamente falando. Mas tem um bom fundo moral. Se sugerisse alguma ação contra a vontade de Deus claramente, não recomendaria! Se um conteúdo de música por exemplo "sugere" vida libertina, uso de drogas, violência, desrespeito a outros seres humanos (se é racista, ou anti-pais, anti-autoridade, etc.), banalização do amor e casamento, ou como o diabo ou satã são bacanas, devemos nos antenar e banir! Não é a melhor coisa de se ouvir, muito menos deixar outros verem que estamos ouvindo!
Entendem como depende da situação da pessoa? Tudo depende do que a música pode 1) causar em você, 2) em sua relação com Deus, 3) em sua relação com o próximo e seu testemunho como cristão. Eu poderia particularmente ouvir uma música de amor (por exemplo a “forte” música dos anos 1970 do Serge Gainsbourg "Je t'aime mois non plus") mas não a ouviria quando tenho ao meu redor outros irmãos na fé dependendo de quem são. Eu posso ouvir e gosto da música "My Sweet Lord" de George Harrison, mas sei que a letra descreve o apego do Beatle a religiao Hindu e Hare Krishna! Vou ouvir apenas como entretenimento musical e sons de melodias e palavras, não como mensagem religiosa e existencial para mim, porque tenho um outro "doce Senhor"! O Senhor Jesus Cristo. De novo: provavelmente não ouviria "My sweet Lord" na frente de alguém que ou não gosta dos Beatles ou acha que esta música é errada.
Agora quanto ao mais radical, o rock pesado. Bem, em 2005 eu fui com meu filho num show de rock "Live'n Louder" no Gigantinho que teve 7 bandas com 10 horas de rock pesado sem parar, sendo a maioria gothic rock. Nightwish e Scorpions fecharam a noite. Embora eu não tivesse considerado errado nós dois termos ido, não faria facilmente de novo pela simples integridade dos meus ouvidos. Mas gostei dos três solos de bateria por exemplo! E da voz da Tarja. Mas, com meu colega presidente da universidade Concórdia, e com nosso Deão acadêmico de 63 anos que curte cultura pop, fui novamente assistir a banda alemã "Sorpions", desta vez aqui em Edmonton, há dois anos. Ta ok, muitos de vocês vão dizer que Scorpions é banda de velho mesmo… mas atentem para o princípio! (sorriso)
Assim, vocês podem ver que, como não podemos de maneira alguma dizer hoje – como se dizia em nossos círculos antigamente! – que "dançar é pecado", em si, mas que depende de "quem, onde, como, quando, com quem, pra que", o mesmo com a música. Cuidem da mensagem da música, do contexto, da mensagem que vocês dão também.
"Rock cristão"? Hum. Meu colega presidente, que já mencionei, é contra toda música
contemporânea cristã e acha que "lugar de violão é no bar", não na igreja. Rock pesado cristão não é meu estilo, na verdade não ouço muito (gostava dos “Sãos e Salvos”, este meus alunos do seminário!). Mas se é para ganhar "alguns para Cristo", vamos lá! Por isso também acho bacana um colega pastor na Alemanha, conselheiro distrital – motoqueiro – organizar passeios e "cultos para motoqueiros" que reúne dezenas de pessoas não da igreja que ouvem a mensagem dele, em cima de suas motos num parque! Para nossos cultos luteranos o rock não parece apropriado, mas sim o uso de música que fomente e auxilie na meditação, agradecimento, adoração. Nossa hinologia luterana tradicional é um tesouro seguro, insuperável e imperdível! Entre música contemporânea acho o estilo de Taizé, da França, muitas vezes como muito bom para nossa espiritualidade. Porque enfatiza a palavra de Deus e sua ação, e não nossa propria religiosidade e atividade (como muita música cristã "evangélica" de hoje faz! Cuidado aqui também!) Apenas um exemplo.
Agora quanto ao mais radical, o rock pesado. Bem, em 2005 eu fui com meu filho num show de rock "Live'n Louder" no Gigantinho que teve 7 bandas com 10 horas de rock pesado sem parar, sendo a maioria gothic rock. Nightwish e Scorpions fecharam a noite. Embora eu não tivesse considerado errado nós dois termos ido, não faria facilmente de novo pela simples integridade dos meus ouvidos. Mas gostei dos três solos de bateria por exemplo! E da voz da Tarja. Mas, com meu colega presidente da universidade Concórdia, e com nosso Deão acadêmico de 63 anos que curte cultura pop, fui novamente assistir a banda alemã "Sorpions", desta vez aqui em Edmonton, há dois anos. Ta ok, muitos de vocês vão dizer que Scorpions é banda de velho mesmo… mas atentem para o princípio! (sorriso)
Assim, vocês podem ver que, como não podemos de maneira alguma dizer hoje – como se dizia em nossos círculos antigamente! – que "dançar é pecado", em si, mas que depende de "quem, onde, como, quando, com quem, pra que", o mesmo com a música. Cuidem da mensagem da música, do contexto, da mensagem que vocês dão também.
"Rock cristão"? Hum. Meu colega presidente, que já mencionei, é contra toda música
contemporânea cristã e acha que "lugar de violão é no bar", não na igreja. Rock pesado cristão não é meu estilo, na verdade não ouço muito (gostava dos “Sãos e Salvos”, este meus alunos do seminário!). Mas se é para ganhar "alguns para Cristo", vamos lá! Por isso também acho bacana um colega pastor na Alemanha, conselheiro distrital – motoqueiro – organizar passeios e "cultos para motoqueiros" que reúne dezenas de pessoas não da igreja que ouvem a mensagem dele, em cima de suas motos num parque! Para nossos cultos luteranos o rock não parece apropriado, mas sim o uso de música que fomente e auxilie na meditação, agradecimento, adoração. Nossa hinologia luterana tradicional é um tesouro seguro, insuperável e imperdível! Entre música contemporânea acho o estilo de Taizé, da França, muitas vezes como muito bom para nossa espiritualidade. Porque enfatiza a palavra de Deus e sua ação, e não nossa propria religiosidade e atividade (como muita música cristã "evangélica" de hoje faz! Cuidado aqui também!) Apenas um exemplo.
• Dúvidas, sugestões, ou alguma novidade, mande um email para juventudeluteranabc@gmail.com
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